lisura

ou tudo em mim ser crespo frente tua
lisura:
nome-eu,
caridade fingida
de liberdade inventada,
se contrai na rua-tua (e até
nela o sobrenome é herdeiro!).
você-olhos, y me tocam:
numa fome, uma fome
um banquete eu faz
ia pressa sua

fome

(de

mim)

eu-olhos idem
febre fome des
tempero te lambia
a cintura, tua cintura,

elipso-

idal:

quase es
cura
quas ro
liça
quase te
mordo
de leve só
de beiço só

serve?

se é que
podia querer
quase bejo, nem
bejo mesmo, mais
labiar suas peles, só
(sem os molares duros
da clandestinidade os olh
ares afiados do decoro s
a(n)grado o comprom
isso!,) você:dedos
e todos pr a
néis já po
usados

(eu

só)

então não, saia,
se saia você-bejos
alados pousam eu pes
coço arrepio além,
y de te passear
clavícula des
manchei toda no
banco do carro, meu
deus!, reinvenção do mar
desaguaço mas no
banco do
carro!??,

de só

te encostar

clavícula (quase

ombro), você-

mãos:

me rodeia em arredio
não pousa pernas-eu, não

pára, aquém
lado seco você
mesmo banco do

carro? areia toda
praia un recuerdo dos
desertos de desterros eu es
corro banco a maciez ante
via pele-eu de
você-mãos,

queria,

mas gêmeos você,
oco de segredos
alheios: a
criptografia
da floresta, a
astrologia da ressurreição,

a mão que se quase
me toca
se volta e se pousa
no banco
do carro,

tangencial,

maciez

quase-mãos-você-em-pernas-eu,

mas quase
e nada
é a mesma coisa,
quase.

então,

não:

se

saia, e tire

olhos-fome-você

de cima

de mim.

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