se

sobre um cara que te passou doença no meio da rua e a mulher que quase levou minha crença quando partiu (e meu coração) no meio do tempo:

sentindo falta dum amor que não tive com gente que quase tive
(e crente que quase me teve)
sentindo a forma duma dor mais velha que as parede (e quase
tão cariada) dum sobrado da são salvador
sentindo a força dum agô mais longe que a ideia de ocidente
(essa que quase – quase – civiliza a gente) que a índole
do oceano que um ícone

desse engano

um acidente difuso
visual desigual
(ela me via
cores,

sem

graus)

daquilo que não me representa nem me espelha mas me
perimetra,
continente. sentindo a fala na espreita entre o palato e o dente
sentindo o silêncio na pele dormente, no desejo que finge e nunca
mente: uma febre é uma febre é uma febre é uma febre: malária. terçã. zyka. paixã-

ou reza(, “a menina é pagã”, a mãe disse ela disse, e que quase era amor quem socou sua boca em flor)),

e a noite é o avesso espesso da manhã mas igualmente brilhante,

lembre

se.

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