sinopse

passou
ficou no passado
quando passa doído parece que nunca vai
se apressar pra passar
passei
quedei num brocado
eh facil a rima mas lembrança naum desce facil assim nao
fenece cada fibra

muscularpulsação involuntária
trôpega
mas num falha
invisível que nem corvo do tempo
prometeu cada dia uma nova laceração
as artérias aéreas querendo rasgar o mito do céu palatino
sem menor vulto de talento mas total torpor icarino
y que tão enterradas no meio do desatino toráxico
errático y avulso que nem poeira rolando em seu torno… volveada?
marulhada?, vagueada?, ma-re-si-ada??, qual o termo mais exático
mais profético
ridículo desértico pro gosto de bilis que a gente ainda sente num balanço daágua, num barco?
mas enfim o que eu quero dizer é que poeira rolava inexata
no passo do ido
y numa hora dessas tempo deixa de ser corvo comendo fígado pra se derramar em rio moído na contra
mão da vazão
quer voltar
pra que lugar?
nunca mais o rio é o mesmo na próxima vez de banhar
nem você
se estancou
vazante entornou
nascente secou
leito passou de lama pra um outro relevo quebrado aí que nem eu sei o nome,
nem te avisa pelo ouvido,
y como pode ser geografia o que naum eh sentido?

solidão
um desassistido
filme
em reprise que ninguém nunca viu do início mas se lembra bem como termina esse tipo de precipício
né naum?
precisar spoiler num precisa mas
em todo caso…
fica o viço.

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